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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

NÃO ESQUEÇA QUEM TE AMA, PRATIQUE PILATES!

qu2fbt9Muitas pessoas desconhecem todos os benefícios do método Pilates. A prática faz bem para o corpo e para a mente e, acredite, pode ajudar muito quem sofre do Mal de Alzheimer. Para isso, é necessário ter o apoio da família e de um bom profissional de Pilates. Colocar o corpo em ação é positivo, não só para os pacientes, mas para toda a família.
Neurologistas do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, alertam para a doença de causa desconhecida que atinge 5 % da população com mais de 65 anos. Após os 80, a prevalência da doença é de 15%. No Brasil, estima-se que 700 mil pessoas sofrem com o mal.
O Mal de Alzheimer é uma doença degenerativa incurável. Felizmente, existem muitos tratamentos que podem ser aplicados para a melhora dos sintomas ou até mesmo retardar alguns deles, como é o caso do Pilates.
Normalmente a doença atinge não só o cérebro, mas também a parte muscular, trazendo rigidez aos músculos, causando a perda das coordenações motoras finas e grossas. O Pilates por ser um exercício sem impacto, ajuda as pessoas com esse mal e relaxa a musculatura, já que trabalha o alongamento e o fortalecimento dos músculos.
Quanto à parte mental, o Pilates ajuda no desenvolvimento da memória por meio das repetições dos exercícios, respiração e concentração na atividade.
A doença é dolorosa para todos os envolvidos, por isso é interessante que a família acompanhe o idoso no trabalho a ser realizado e faça parte das aulas de Pilates, até mesmo praticando junto. Essa é a melhor forma da família comprovar a evolução no alongamento e fortalecimento dos músculos e coordenação motora. O desenvolvimento é um processo contínuo, não deixe que a pessoa que você ama esqueça das coisas, ajude-a e incentive-a a melhorar e se sentir melhor consigo mesma.

quarta-feira, 25 de março de 2015

PILATES X ESTRESSE.

2015_03_0034-META-IMAGENS-MATERIAS-RP-ESTRESSE-25-03-SiteA vida constantemente nos apresenta mudanças e desafios que promovem o nosso crescimento pessoal, profissional e espiritual. Cada indivíduo responde e se adapta de maneira particular a essas situações, porém, quando perde a capacidade de criar, se adaptar, responder e agir começa a experimentar o estresse.
O estresse é o estado de alerta em que o organismo entra ao se deparar com algo que requeira mais esforço ou concentração.
O estresse constante provoca um aumento acima do normal da produção do cortisol. Este hormônio é chamado hormônio do ESTRESSE. Ele deve ser produzido de forma dosada, para que estabeleça um funcionamento adequado do nosso organismo. Quando estes níveis estão desregulados, pode levar a depressão.
O mecanismo funciona assim: no início do estresse, a adrenal aumenta a produção de cortisol, mas com a permanência do estímulo a própria glândula se dessensibiliza e a produção de cortisol desequilibra. O corpo percebe isso como se não pudesse mais descansar. Para ele, é como se não houvesse mais diferença entre dia e noite e o estado de alerta fosse constante. Com a persistência do quadro, surgem os problemas mais graves: insônia, depressão, obesidade, fibromialgia, fadiga crônica, aumento do risco de enfartes, AVC, trombose e uma considerável baixa de imunidade.
Para diminuir o nível de estresse e melhorar a saúde física e emocional é necessária uma mudança.
Para quem busca qualidade de vida sabe que uma das primeiras coisas que se tem a fazer é afastar o sedentarismo da rotina. É aí que muitas pessoas começam a se sentirem obrigadas por não gostarem de academias, ou por não terem muito tempo para se exercitar.
A boa notícia é que é possível cuidar do corpo (e mente) reservando apenas uma hora do dia, de duas a três vezes por semana. Essa é a frequência exigida, por exemplo, para a prática do Pilates, atividade que promove o trabalho das capacidades físicas como: equilíbrio, força, resistência e coordenação, além de melhorar a postura e relaxar o corpo de forma global.
As aulas de Pilates são realizadas de maneira consciente e completa. Sabe-se que a respiração lenta e profunda reduz significativamente os níveis de cortisol no sangue ao longo do tempo. Como vimos, o nível de cortisol elevado é responsável pelos estados negativos, como a depressão, por exemplo.  Já níveis baixos de cortisol estão relacionados à sensação de bem estar.
Por esse motivo, terminamos uma aula de Pilates sentindo o corpo trabalhado, energizado e com uma grande sensação de bem-estar.
Outro componente para a redução do estresse é a concentração, que garante a execução dos movimentos conscientes e corretos. Ao concentrar-se em sim mesmo, no próprio corpo, elimina-se a tendência de distração durante as aulas. Aprender a mover-se sem tensão, usando apenas os músculos necessários para a realização de um determinado movimento. O relaxamento consciente e seletivo proporciona maior economia de movimentos, facilita a fluidez, o controle e a precisão de movimentos.
A melhor notícia é que exercitar-se desta forma traz benefícios à saúde do corpo e da mente, não apenas durante a aula de Pilates, mas em longo prazo também. Esse auto aprendizado é levado para todas as situações cotidianas, nos ajudando a reconhecer os estados físicos e mentais e, consequentemente, nos dando condições físicas e emocionais de agir de forma mais saudável em todas as áreas da nossa vida.
Aquietar a mente, desenvolver equilibradamente o corpo, reconhecendo o próprio limite, nos aproxima de nós mesmos. Era isso que Joseph Pilates almejava com seu método: a saúde integral.
Qualquer pessoa pode fazer Pilates. O método respeita o condicionamento físico de cada aluno, podendo se adaptar a iniciantes, intermediários e avançados.
Experimente você também!